Capa do livro 'Minha história', autobiografia de Michelle Obama, ex-primeira-dama dos Estados Unidos — Foto: Divulgação/Objetiva
O livro de memórias de Michelle Obama, "Minha história", já vendeu 10 milhões de cópias desde que foi publicado em novembro, disse sua editora alemã nesta terça-feira (26). Com isso, obra pode se tornar a autobiografia mais vendida da história.
"Isso as torna nosso sucesso criativo mais notável do ano passado", disse o diretor-executivo da Bertelsmann, Thomas Rabe, em uma coletiva de imprensa, relatando um aumento de 2,8% na receita anual da editora de 183 anos.
Barack Obama também assinou com a Penguin Random House, uma divisão da Bertelsmann, para publicar suas memórias da Casa Branca. A editora espera que elas saiam em 2019, mas ainda não há uma data certa.
Já a Penguin – uma das oito divisões da Bertelsmann – só relatou um crescimento de 1,3% na receita em 2018, quando best-sellers e o aumento na venda de áudiolivros ajudaram a compensar uma redução maior nos títulos impressos.
Os interesses da Bertelsmann incluem televisão, música e revistas, o que a expõe a avanços de gigantes tecnológicas do Vale do Silício como a Apple, que revelou um novo serviço de assinatura de TV e serviços de agregação de notícias na segunda-feira (25).
Rabe, que qualificou a Apple TV+ como "só mais uma plataforma de streaming", disse que a divisão de TV da Bertelsmann, RTL Group, manterá seu plano de ampliação dos serviços de vídeo sob demanda, apostando em conteúdos locais para atrair espectadores de seus mercados europeus.
O livro de memórias de Michelle Obama, "Minha história", já vendeu 10 milhões de cópias desde que foi publicado em novembro, disse sua editora alemã nesta terça-feira (26). Com isso, obra pode se tornar a autobiografia mais vendida da história.
"Isso as torna nosso sucesso criativo mais notável do ano passado", disse o diretor-executivo da Bertelsmann, Thomas Rabe, em uma coletiva de imprensa, relatando um aumento de 2,8% na receita anual da editora de 183 anos.
Barack Obama também assinou com a Penguin Random House, uma divisão da Bertelsmann, para publicar suas memórias da Casa Branca. A editora espera que elas saiam em 2019, mas ainda não há uma data certa.
Já a Penguin – uma das oito divisões da Bertelsmann – só relatou um crescimento de 1,3% na receita em 2018, quando best-sellers e o aumento na venda de áudiolivros ajudaram a compensar uma redução maior nos títulos impressos.
Os interesses da Bertelsmann incluem televisão, música e revistas, o que a expõe a avanços de gigantes tecnológicas do Vale do Silício como a Apple, que revelou um novo serviço de assinatura de TV e serviços de agregação de notícias na segunda-feira (25).
Rabe, que qualificou a Apple TV+ como "só mais uma plataforma de streaming", disse que a divisão de TV da Bertelsmann, RTL Group, manterá seu plano de ampliação dos serviços de vídeo sob demanda, apostando em conteúdos locais para atrair espectadores de seus mercados europeus.
Fonte: https://g1.globo.com Por Reuters


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