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terça-feira, 6 de outubro de 2020

Setembro amarelo acabou, e a falsa preocupação com o amigo também


Uma vez, fiz um teste no Facebook, de 5000 "amigos" só três pessoas perguntaram como eu estava. bem hoje tenho 1096 amigos e pretendo abaixar esse numero




Imagem: Labirinto

sábado, 26 de setembro de 2020

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Essa é pros ansiosos!


Essa é pros ansiosos! Existe uma música que foi comprovada a eficácia em diminuir até 65% a ansiedade. A canção é chamada Weightless, do grupo Marconi Union, e foi criada especificamente para diminuir o batimento cardíaco, reduzir a pressão sanguínea e abaixar o nível de cortisol. Ela é tão eficiente que é perigoso ouvi-la enquanto se dirige porque pode provocar sonolência.





Fonte: Fatos Desconhecidos

sexta-feira, 12 de junho de 2020

A “Depressão Sorridente”



A “Depressão Sorridente” é um tipo de reação ao quadro depressivo que faz com que você se aparente feliz para os outros, literalmente sorrindo e bem humorado, quando na verdade está sofrendo por dentro.





Fonte: Fatos Desconhecidos

domingo, 7 de junho de 2020

Pensar demais pode te deixar depressivo



Pensar demais pode te deixar depressivo. A mente acaba criando problemas que nem mesmo existem e revivendo sofrimentos, ou mesmo antecipando os que nem aconteceram.





Fonte: Fatos Desconhecidos

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Ex-vigilante vence depressão como manicuro e faz sucesso entre as clientes em Curitiba



O ex-vigilante Robson Aparecido Barbosa, 42 anos, trabalhou por oito longos anos na área de segurança, tendo sido diagnosticado com depressão nesse meio-tempo. Após largar o emprego, abraçou a profissão de manicuro, que virou uma ferramenta poderosa no combate à doença e que alegra seu dia a dia.

Hoje, Robson passa os dias embelezando as unhas de clientes no Boqueirão, em Curitiba (PR).

Vanessa Maceno, 37 anos, esposa do ex-vigilante, montou um pequeno salão especializado em unhas postiças de acrílico, gel e fibra de vidro na garagem de casa.

Desde 2016, Robson trabalha ao lado da mulher. O casal chega a atender 16 clientes em um único dia quando a agenda lota. O serviço de implantação de unhas postiças tem preço que varia entre R$ 70 a R$ 100, dependendo do modelo.



De início, ele confessa que carregava consigo um certo estigma. “Eu tinha um preconceitozinho em dizer que fazia unha, pensava que esse trabalho não era para homem – mas isso é pura bobagem”, comentou ele ao portal Gazeta do Povo, em reportagem especial de Eloá Cruz.

Após uma tentativa de suicídio no ápice da depressão, uma psicóloga o orientou a fazer algum tipo de trabalho manual, algo que ocupasse a cabeça. “Para não ficar sozinho em casa, eu comecei a ajudar a minha esposa com as clientes. Tirava o esmalte de uma, lixava a unha da outra. Foi assim, aos poucos, que eu fui aprendendo a fazer unhas”, revelou.
Manicuro preferido das clientes

Seu trabalho caprichoso e dedicado fez com que Barbosa se tornasse o preferido das clientes. “Tem meninas que atravessam a cidade, vêm do Batel, de Fazenda Rio Grande, até aqui para fazer as unhas comigo”, contou o profissional. Muitas delas fazem a colocação e manutenção da unha postiça só com Robson.

O salão de beleza é muito mais do que apenas fazer as unhas, mas um espaço de desabafo e divã para muitas clientes. Para o manicuro, as conversas informais e muitas vezes íntimas são terapêuticas para ele.

“Como vigilante não tinha muita conversa, no máximo, eu conversava com o supervisor. Serviço era sempre à noite, ficava quieto, fazia cara de mau”, explicou.


Aos poucos Robson aprendeu a sorrir no novo trabalho, vencendo a batalha contra a depressão. E hoje, mesmo que tente fazer cara de bravo, suas clientes logo lhe arrancam um sorriso largo no rosto.
Tentativa de assalto

Faltando menos de uma semana para o Réveillon do ano passado, Robson e Vanessa sofreram uma tentativa de assalto no portão de casa. “No dia 27 de dezembro, minha esposa foi deixar uma cliente no portão e um homem veio e abordou as duas. Eu acabei reagindo e levei um tiro no abdome – a bala saiu do outro lado, na cintura”, lembra o manicuro.

Levado às pressas para o Hospital do Trabalhador, ele ficou internado por um mês. Após uma série de cirurgias, Robson perdeu parte do intestino grosso, recebeu 47 pontos no abdome e, no período de quatro meses, emagreceu 30 quilos.

“Hoje eu não posso ficar muito tempo sentado e ficar com a coluna reta por causa das operações. Consigo atender no máximo quatro clientes por dia”, explicou o profissional. Agora o casal tenta refazer a antiga clientela.”


Fortalecimento da união

No final das contas, o casal saiu fortalecido da tentativa de assalto e a crise de depressão. “Há uma confiança muito grande, outra pessoa não ficaria do lado por tanto tempo”, afirmou Vanessa.

A esposa do ex-vigilante afirma não sentir ciúmes do marido atender a clientela feminina. “Eu nunca cheguei a chamar atenção dele, até porque ele me passa segurança. Já aconteceu de uma ou outra chegar com graça, mas ele sempre foi muito profissional diante das meninas”, contou.



Contato

Quem quiser conhecer mais sobre o trabalho de Robson, pode acessar a conta dele no Instagram clicando aqui. Para marcar horário com o casal, o contato deve ser feito pelo WhatsApp: (41) 99628-8616.





Fonte: https://razoesparaacreditar.com      Por Gabriel Pietro

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Eu e a Depressão - 7 sinais de que você precisa procurar um psicólogo


Todos nós passamos por momentos difíceis que exigem o que às vezes esquecemos de nos oferecer: tempo. Períodos de estresse, tristeza e conflitos internos são corriqueiros, mas podem significar mais do que aparentam ser. Não estamos acostumados a nos respeitar, já que tudo a nossa volta envolve pressão, resolução imediata de problemas e demandas que não param de surgir. Por isso, fica complicado pensarmos em nós mesmos, no sentido de buscar o auto conhecimento. Aqueles que têm a consciência de que precisam de ajuda não são a maioria, de acordo com um estudo recente. Nos Estados Unidos, por exemplo, apenas 46-65% de pessoas com quadro moderado a grave procuram ajuda psicológica. A Administração de Serviços de Abuso de Substâncias e Saúde Mental é enfática em dizer que as pessoas não sabem quando precisam de apoio profissional. Pensando em tudo isso, preparamos uma lista especial sobre 7 sinais de que você precisa procurar um psicólogo.

Não tenha vergonha em pedir ajuda. Para falar a verdade, é mais vergonhoso viver em auto negação, mesmo sabendo que você não está bem. Lembre-se de que a única pessoa capaz de te conhecer de verdade é você mesmo. Embora identificar e gerenciar doenças mentais diagnosticáveis ??seja uma prioridade na comunidade psiquiátrica, a ajuda psicológica para aqueles que não têm uma condição específica pode ser tão importante quanto. Já é um primeiro (e importante) passo.


1- Tudo o que você sente é intenso demais e depois esmorece


Quando um desafio repentinamente aparece, você assume que o pior cenário ocorrerá? Essa intensa forma de sofrimento, na qual toda preocupação é super dimensionada, pode ser realmente mortificante. É claro que todos nós ficamos bravos, tristes ou estressados vez ou outra, mas com que frequência isso acontece com você? Isso prejudica a sua capacidade de lidar com as questões do seu dia a dia? Faça estas perguntas para você mesmo e analise com cuidado as suas respostas.

2- Você se sente preso por grades "invisíveis"


Sentir que você está constantemente fazendo a mesma coisa com o mesmo resultado negativo não é nem de longe um bom sinal. Se você sente que está "preso" em um lugar em que não quer estar, a ajuda profissional pode ser necessária. Isso pode se referir a um relacionamento abusivo, infelicidade no trabalho e/ou problemas para se conectar com as pessoas.

3- Você passou por algum trauma (recente ou não) e não consegue seguir adiante


A dor de uma morte na família, um rompimento ou perda de emprego pode ser suficiente para exigir um pouco de terapia. Se você perceber que não está envolvido em sua vida ou nos que estão ao seu redor, talvez queira falar com alguém para desvendar o que te afeta. Por outro lado, algumas pessoas respondem à perda com uma reação mais maníaca - hiperatividade com amigos ou incapacidade de dormir. Estes também são sinais dignos de nota. Perceba-se e permita-se perceber.

4- Sistema imunológico enfraquecido e vontade constante de permanecer na cama


Corpo e mente estão estritamente relacionados, de acordo com a psicóloga Mary Alvord. Os problemas psicológicos podem trazer consequências na maneira em que o nosso corpo funciona. Pesquisas confirmam que o estresse pode se manifestar sob a forma de uma ampla gama de doenças físicas. Alguns exemplos: sensação de fraqueza, desconforto gástrico, dores de cabeça, resfriados frequentes, ou até um desejo sexual reduzido. Este é um dos sinais de que você precisa procurar um psicólogo.

5- Desconexão com o que você mais ama fazer


Se os encontros com amigos e reuniões de família perderam a magia que sempre tiveram, isso pode ser um sinal de que algo está errado. A infelicidade "generalizada" é a maneira de manifestarmos o socorro de dentro para fora. Às vezes, o pedido de ajuda não vem com um simples e direto "socorro!". A desilusão e perda de propósitos evidenciam a falta de clareza sobre o que estamos fazendo com a nossa vida. Vivenciar sessões de terapia pode lhe proporcionar o senso de direção novamente. Este é um dos sinais de que você precisa procurar um psicólogo.

6- Ruído de comunicação


Tem dificuldade em comunicar como você realmente se sente? É regular sentir-se desconectado ou mal compreendido pelas pessoas que você ama? Está na hora de encarar a situação de frente e ter a coragem de dizer: eu preciso mudar a direção da minha vida em um sentido que seja mais honesto comigo mesmo. Às vezes, só o que precisamos é nos escutar melhor. A partir daí, a comunicação ao menos tem um ponto de partida. Os psicoterapeutas, nesse sentido, lhe ajudarão a perceber o que realmente importa e o que tanto te faz sentir-se desconectado.

7- Presença de gatilhos regulares


Você tem algum gatilho inevitável? Existe alguma coisa que sempre faz você se sentir ansioso, estressado, nervoso, assustado ou deprimido? Se assim for, você pode querer considerar a terapia. Este pode ser um sinal de que existem assuntos inacabados lhe atormentando.

Terapia não é para "louco" ou qualquer esteriótipo do gênero. Pelo contrário: é para as pessoas minimamente conscientes de que é necessário ter coragem para enfrentar conflitos internos. Os psicólogos, dessa forma, podem servir como a ponte para o seu equilíbrio interior. É necessário perceber os sinais de que você precisa procurar um psicólogo.

Fraqueza ou loucura é fingir estar bem em um mundo que te deixa constantemente vulnerável e adoecido. Tenha coragem de se ajudar e perceber os sinais nas pessoas à sua volta, para que você as ajude também. Só assim é que nos tornamos verdadeiramente sãos.

Pense nisso.





Fonte: https://fatosdesconhecidos.ig.com.br       POR Bruno Destéfano
Imagem: Blasting News

terça-feira, 31 de março de 2020

A tatuagem do “ponto e vírgula” - Conheça seu significado e o motivo pelo qual tem ganhado cada vez mais os jovens ao redor do mundo


A tatuagem do “ponto e vírgula” tem ganhado cada vez mais os jovens ao redor do mundo. O seu significado é bem mais profundo do que se imagina. Ela é o símbolo de um movimento que luta contra a depressão e as tendências suicidas, ou seja, significa esperança/amor. 






Fonte: Pagina Fatos Desconhecidos
Imagem/Revista Galileu

domingo, 12 de janeiro de 2020

Elizabeth Wurtzel discutiu depressão quando poucos ousavam falar

 (Instagram/Reprodução)

Na última terça-feira (7), o mundo recebeu a notícia da morte de Elizabeth Wurtzel, escritora e jornalista norte-americana que, aos 27 anos, se tornou um ícone com a publicação da aclamada obra “Nação Prozac”, que, nos anos 1990, foi responsável por abrir uma ampla discussão em torno da depressão e do medicamento Prozac, usado no tratamento da doença, em uma época que ninguém ousava falar sobre o assunto da mesma forma que hoje.

Aos 52 anos, a autora deixa a vida devido a um câncer de mama, diagnosticado em 2015. Segundo o marido dela, Jim Freed, em entrevista ao The Washington Post, a escritora se submeteu a uma mastectomia dupla, mas a doença já tinha migrado para o cérebro. De acordo com o jornal, a causa da morte foi por “complicações derivadas da doença leptomeníngea”, que acontece quando o câncer se espalha para o fluído cérebro espinhal. Ela escreveu sobre a experiência ao The New York Times.

“Câncer de mama é considerado especialmente sensível porque envolve seios, que são especiais. Eu amava os meus seios: eu posei nua na capa do meu livro ‘Bitch: In Praise of Difficult Woman’, então eu deveria amar. Mas eu amo os novos seios que tenho agora. Eu passei por uma cirurgia de preservação dos mamilos, que geralmente é uma possibilidade. Meus novos seios são mais reais que reais”, escreveu corajosamente ela no artigo, publicado em setembro de 2015.

E Elizabeth era isso: corajosa. “Nação Prozac” foi publicado em 1994 e, logo se tornou uma sensação, pela crueza e originalidade do relato de Wurtzel. Elizabeth foi diagnosticada com depressão entre os 10 e os 12 anos, conforme conta na obra. Durante a sua vida universitária, a escritora afirma que foi salva pelo medicamento Prozac após inúmeras tentativas de suicídio. Na publicação, escrita em formato de diário, ela relata seus dias de estudante em Harvard, além de falar sobre o uso de drogas, sua vida sexual e saúde mental.



O livro é considerado um dos responsáveis por revitalizar nos anos 1990 o gênero “memórias”, hoje amplamente utilizado por políticos, celebridades, e personalidades da mídia. A obra chegou a ser adaptada para um filme, protagonizado pela atriz Christina Ricci, estreando no Festival Internacional de Cinema de Toronto em setembro de 2001, mas nunca foi exibido em salas de cinema nos Estados Unidos. Em 2005, foi transmitido na televisão e, posteriormente, editado em DVD.

Por ser extremamente honesto e desinibido, Nação Prozac polarizou a opinião dos leitores e críticos. Muitos consideraram Wurtzel como uma pessoa “obcecada em si própria”. “É uma Sylvia Plath com o ego da Madonna”, escreveu o crítico Ken Tucker, do The New York Times Book Review, em setembro de 1994. Outros, porém, a louvavam por abrir uma discussão importante e acessível sobre uma doença muitas vezes estigmatizada.
 
Capa do filme Prozac Nation, adaptação da obra Nação Prozac de Elizabeth Wurtzel (Divulgação/Reprodução)

Após Nação Prozac, Elizabeth seguiu escrevendo livros e artigos, inclusive para o The New York Times. Em 1998, publicou a coleção de ensaios “Bitch: In Praise of Difficult Women”, (“Vadia: Em louvor às mulheres difíceis”, em tradução livre), um manifesto feminista que relaciona a vida de mulheres exigentes e díspares. Já em 2002, lançou “More, now and again: a memoir of addiction” (“Mais, agora e de novo: memórias do vício”, também em tradução livre), mais um relato sobre sua dependência química.





sábado, 7 de setembro de 2019

Eu e a Depressão - Setembro Amarelo


Uns tempos atras eu estava me sentindo péssimo, e fiz um teste no Facebook, ja que muitos dos meus amigos postaram muitas coisas sobre prevenção ao suicídio, que pode contar comigo, isso e aquilo, somente um amigo, perguntou se estava tudo bem, de 3 mil amigos apenas 1 percebeu que eu não estava bem.

A mesma rede que serve para aproximar as pessoas é a mesma que isola alguém que esta ai pedindo ajuda

Caso alguém precisar, na pagina contato, tem minhas redes sociais e email, como voltei a trabalhar, sempre estarei em casa após as 19, já conversei com muitas pessoas que apenas queriam desabafar, e hoje estão bem



Imagem: Página lixo que faz post lixo pra você compartilhar

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Jovem desenvolve aplicativo gratuito de prevenção ao suicídio: “Tá Tudo Bem?”


A jovem Aline Bezzoco, 29 anos, do Rio de Janeiro, desenvolveu há dois anos o aplicativo Tá Tudo Bem? que funciona como uma ferramenta de auxílio para a prevenção ao suicídio. Inicialmente, o projeto nasceu com o propósito de desmitificar o tema, após ela ouvir comentários preconceituosos de uma pessoa que conhecia sobre uma amiga que tinha tentado se suicidar.

Mas, com a supervisão de sua psicóloga, Wanessa Lisbôa, ela foi aperfeiçoando o aplicativo, que hoje, não só informa, mas auxilia o usuário.

“Como faço terapia há alguns anos, algumas das funcionalidades são baseadas nas experiências que eu já tive. O Diário de Gratidão, por exemplo, é baseado em uma das escritas terapêuticas que faço comigo mesma, listando todas as coisas boas que aconteceram comigo”, explicou.


Aline é desenvolvedora front-end e criou o app Tá Tudo Bem? com supervisão de sua psicóloga. Foto: Arquivo pessoal

Entre as funcionalidades do aplicativo, estão os botões emergenciais: “preciso falar com alguém” e “preciso de ajuda”. O primeiro é um texto escrito pela psicóloga com o objetivo de acalmar o usuário, no final dele, tem um botão para ligar para o CVV (Centro de Valorização da Vida).

O segundo, é a primeira tela que aparece para o usuário antes mesmo de acessar outras abas do aplicativo. Nele, a pessoa liga automaticamente para o CVV ou para a pessoa que ele cadastrou como contato emergencial.

Print do aplicativo "Tá Tudo Bem?"



Print do aplicativo "Tá Tudo Bem?"



Há também ferramentas de meditação, textos sobre mitos do tema, mensagens diárias de apoio emocional e muito mais.

“O retorno tem sido bastante positivo. Fico feliz quando as pessoas me mandam mensagens agradecendo pelo aplicativo, dizendo o quanto ajudou ou quando algum psicólogo diz que a ideia é boa e válida, pois sei que estou no caminho certo. Há também as críticas, mas no geral são construtivas e acho válido para as melhorias do aplicativo”, afirmou.

Print do aplicativo "Tá Tudo Bem?"



Print do aplicativo "Tá Tudo Bem?"



Print do aplicativo "Tá Tudo Bem?"



Print do aplicativo "Tá Tudo Bem?"


A Aline ainda deixa bem claro que o aplicativo não substitui uma ajuda profissional. Outro detalhe, ele está disponível apenas para Android, mas, recentemente, após um financiamento coletivo, ela conseguiu pagar um ano de licença na Apple Store, ou seja, em breve estará disponível para iOs!
Um pouco mais sobre esta mulher maravilhosa!

Atualmente, a Aline é desenvolvedora front-end e trabalha numa empresa de tecnologia. Também voluntária como mentora e uma das organizadoras da WomakersCode RJ, uma iniciativa que visa capacitar e trazer mais mulheres para a área de tecnologia oferecendo oficinas de programação, circuito de palestras, hacking de carreira, entre outros.

“Além disso tenho um outro projeto que é o The Black Women History, uma API que mapeia todas as mulheres negras que fizeram e fazem parte da história do Brasil e do mundo”, conclui.

Maravilhosa! <3




Fonte: https://razoesparaacreditar.com      Por Jéssica Souza

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Eu e a Depressão


Ola, ola pessoas que tem o melhor hobby desse mundo que é a leitura.

Resolvi abordar esse tema que venho adiando desde que sentia que tinha depressão, anos atras, mas só cai na real ano passado, onde tive crises e mais crises, e de setembro a dezembro foi o pico, eu tinha abandonado o blog, tinha abandonado tudo o que eu gostava de fazer, e enfim, falei pra mim mesmo, eu tenho depressão, tudo o que esta escrito ai eu faço, eu sou o palhaço da turma e mesmo assim sou um cara triste, hoje não tenho ninguém fora minha família, ninguém que se importa comigo, to lutando sozinho, para ajudar resolvi voltar com o Diário, mas em formato de site, para que eu tenha que sim postar todo dia, ler um livro ou mais por semana, ficar contente com cada curtida, cada pessoa que compartilha alguma postagem, ou me pede para divulgar seu trabalho, e assim não pensar em besteira, por que a mente é mais forte que a carne, e só quem passou e passa por isso sabe.

Quem quiser conversar basta entrar em contato, tem uma área no site onde tem todas minhas redes sociais, eu amo conversar e não tenho ninguém, e ficarei feliz em ajudar com o minimo que é conversar

Quem não tem depressão ajude quem tem a sair, mostre que a pessoa é importante, juntos somos mais fortes, um fraterno abraço a todos e boas leituras






E.Donizete Escritor em Formação