quinta-feira, 15 de outubro de 2020
+ Leitura - O SANTO E A PORCA
Esta comédia em três atos, escrita em 1957, traz todas as características do Movimento Armorial, criado por Suassuna. Aproximando-se da literatura de cordel e dos folguedos populares do nordeste, narra a história de Euricão Árabe, um velho avarento devoto de santo Antônio que esconde em sua casa uma porca cheia de dinheiro.
Fonte: www.sinopsedolivro.com
Inscrições para vagas remanescentes do FIES serão reabertas no dia 26
O Ministério da Educação (MEC) informou, nesta terça-feira (13), os novos prazos de inscrições para cerca de 50 mil vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referentes ao 2º semestre de 2020. São vagas não preenchidas nas edições deste ano dos processos seletivos regulares do Fies.
O cronograma consta em edital publicado no Diário Oficial da União de hoje. De acordo com o edital, a partir do dia 26 deste mês, poderão se inscrever tanto os candidatos não matriculados em instituição de educação superior, como também aqueles já matriculados, mas que buscam uma oportunidade para financiar a continuidade dos estudos.
Nos dois primeiros dias, ou seja, de 7h do dia 26 até as 23h59min do dia 27 de outubro, a oferta é exclusiva para os cursos de áreas do conhecimento prioritárias, como os cursos de saúde, engenharias, licenciaturas e Ciência da Computação.
Fonte: www.verdinhoitabuna.blog.br
Coronavírus pode sobreviver 28 dias em nota de dinheiro e em tela de celular, diz estudo
O novo coronavírus pode sobreviver por até 28 dias em superfícies como cédulas de dinheiro, telas de celulares ou objetos de aço inoxidável. É o que constatou uma nova pesquisa realizada pela Agência Nacional de Ciência da Austrália. O trabalho aumentou as evidências de que o coronavírus sobrevive mais tempo em temperaturas mais baixas; tende a sobreviver mais tempo em superfícies não porosas ou lisas, como vidro, aço inoxidável e vinil, em comparação a superfícies complexas porosas, como tecidos; sobrevive mais em notas de papel do que em notas de plástico.
Os resultados da pesquisa foram publicadas no Virology Journal. O presidente-executivo da Agência Nacional de Ciência da Austrália, Larry Marshall, afirmou que as novas informações contribuem para evitar a disseminação do vírus. “Estabelecer por quanto tempo o vírus realmente permanece viável em superfícies nos permite prever e mitigar sua disseminação com mais precisão, além de proteger melhor nosso povo”, disse Marshall. Estudos anteriores já haviam alertado para a capacidade de sobrevivência do coronavírus em superfícies, reforçando a necessidade de medidas de desinfecção dos ambientes e a higienização das mãos.
Fonte: www.verdinhoitabuna.blog.br
Dia de votação terá medidas de segurança rígidas contra covid-19; saiba quais são
Por causa da pandemia do novo coronavírus, uma série de protocolos de segurança serão adotados pela Justiça Eleitoral no primeiro e no segundo turno das eleições municipais nos dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. Elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), consultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020 é focado em duas frentes: mesários e eleitor.
Cartazes ilustrativos com o passo a passo da votação serão fixados nas seções eleitorais.
Eleitores: Horário de votação ampliado: 7h da manhã até as 17h. Até as 10h será preferencial para maiores de 60 anos.
Máscaras: uso obrigatório, sem ela o eleitor não poderá votar. Caso seja necessário, o mesário pode pedir que o eleitor se afaste e abaixe a máscara para conferir a foto na identidade.
Álcool em gel: será distribuído em todas seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação.
terça-feira, 13 de outubro de 2020
+ Leitura - O Sétimo Segredo
Em 30 de Abril de 1945, Adolf Hitler e Eva Braun suicidaram-se no Fuhrerbunker, construido a quase vinte metros do subsolo de Berlim, aquela altura devastada pela guerra. Embora os vitoriosos soldados russos afirmassem que os corpos haviam sido queimados, os verdadeiros detalhes destes dias finais sempre permaneceram obscuros. O que realmente teria acontecido naquele bunker?
Seriam realmente de Adolfo Hitler e Eva Braun os corpos queimados encontrados pelas tropas aliadas no bunker de Berlim? E se Hitler tivesse sobrevivido à Segunda Guerra Mundial? O Sétimo Segredo é um romance que teoriza a possível fuga de Hitler e Eva e os meios por eles usados para construirem uma obscura rede nazista que se prolongaria durante décadas.
Fonte: www.skoob.com.br
Dia Mundial do Escritor. Além do escritor, quem é preciso para criar um livro?
O Dia Mundial do Escritor celebra-se esta terça-feira, dia 13 de outubro. Apesar do papel fundamental do escritor na autoria dos livros, muitos leitores ainda o vêem como o único responsável pela criação literária. O Espalha-Factos conversou com duas editoras portuguesas sobre todos os autores de um livro, dos ilustradores aos revisores e aos designers.
A Paleta de Letras é uma editora situada na cidade Braga e vocacionada para o universo infantojuvenil. Pedro Seromenho, cara do projeto, fala sobre a valorização do papel das editoras, ilustradores, designers e outros intervenientes, em relação à do escritor. “Sucintamente, é esta frase: o escritor vende mais e melhor do que o ilustrador. Se eu for [apresentar o livro] como ilustrador do livro que ilustrei, eu não consigo vender o livro como o escritor vende. Isso ainda está enraizado na mentalidade do leitor”, refere.
Já Paulo Rebelo Gonçalves, responsável pelo Gabinete de Comunicação e Imagem da Porto Editora, revela que as “editoras são fundamentais para a promoção do livro, da leitura e do conhecimento” e que não sente a mesma distinção.
O papel das editoras
Para Pedro Seromenho, o papel das editoras é estarem atentas “às novidades, aos valores emergentes, aos autores, escritores, ilustradores, contadores de histórias”, entre outros pontos essenciais. O processo da editora passa tanto pela criação de raíz como pela procura de novidades nos mercados internacionais para trazer para Portugal. “Aqueles livros que realmente nos tocam, nos fazem vibrar, apaixonar, tentamos comprar os direitos de autor, para produzir e para editar e distribuir em Portugal. Temos esse pequeno orgulho de trazer títulos fantásticos que estão hoje no mercado e que descobrimos noutros países e noutras editoras”, sublinhou.
Além disso, fazem ainda o ato inverso: quando criam um trabalho de raíz, tentam exportá-lo para outros países sempre que possível. A pandemia veio também trazer algumas alterações a este processo na Paleta de Letras. “Tivemos de nos adaptar às plataformas digitais, mas o processo e a intenção continuam a ser os mesmos, que é pegar numa ideia, numa ideia que pode ter sucesso, e trabalhá-la com o texto, com a ilustração, com o design, com a parte gráfica… Tudo isso contribui para que o produto final seja um objeto mágico que é o livro“, finaliza Pedro Seromenho.
Segundo Paulo Rebelo Gonçalves, “as editoras cuidam dos autores e dos seus originais”. Com profissionais especializados em diferentes áreas, “são importantes para dar corpo ao trabalho criativo do autor”. “Uma editora profissional inclui inúmeras valências que existem para apoiar os autores, para os promover e às suas obras”, acrescenta.
No panorama geral, Pedro Seromenho pensa que a distinção entre os vários autores de um livro já não é tão grande atualmente. “A sensação que eu tenho do mercado é que há umas décadas sim, o autor da obra era o escritor, era o supra sumo que tinha o nome na capa e o que potencialmente vendia o livro, era o seu nome e a sua autoria. Aliás, o ilustrador nem aparecia na capa, o ilustrador era um mero decorador a quem depois era dado o texto para decorar”, explica.
No entanto, o escritor e ilustrador refere que o conceito de ilustração mudou e esta arte “ganhou vida própria”. “O ilustrador já não só decora, mas recria a história à sua maneira, é por isso que por vezes temos livros que contam as histórias só pela imagem, porque o ilustrador reconta através da ilustração”.
Fotografia: Paleta de Letras/FacebookIsto deve-se muito à imagem comercial, diz o escritor e ilustrador. Para Seromenho, a melhor forma de consciencializar o leitor desse trabalho é através da formação, com workshops e mediação. “Acho que esse trabalho só pode ser feito através da mediação da leitura. É muito importante o mediador da leitura”, sublinha.
Por sua vez, a Porto Editora não sente qualquer desvalorização em relação aos escritores. “Pelo contrário: o que registo da parte dos muitos milhares de leitores que temos dos nossos livros é uma estima enorme, uma ligação afetiva fortíssima, uma confiança sólida”, refere Paulo Rebelo Gonçalves.
Pedro Seromenho acredita que, sem as editoras, “haveria um decréscimo abrupto de qualidade dos livros em livraria, porque a editora assegura um nível maior de qualidade”. O autor revela que poderiam existir as chamadas “edições de autor”, mas que, sem o filtro e a avaliação da editora, os livros podem perder “a qualidade que o leitor merece”.
Já Paulo Rebelo Gonçalves destaca ainda que “as editoras são fundamentais para a promoção do livro, da leitura e do conhecimento. Do seu trabalho e do seu investimento resulta, em grande medida, a emergência de todos os grandes nomes da literatura, bem como de autores ligados a inúmeras áreas do saber. As editoras dão dimensão ao trabalho criativo e científico dos autores”.
Caetano Galindo: um escritor
Autor dos volumes de contos “Ensaio sobre o entendimento humano” (2013, Biblioteca Paraná) e “Sobre os canibais” (2019, Companhia das Letras), o curitibano de 46 anos perpassa por neuroses e incômodos sociais de forma marcante.
As histórias dele, pequenos recortes que não subestimam a capacidade de interpretação do leitor, mexem com humor, medos, incertezas. Tocam na gente.
“Embora seja reconhecido por ter traduzido livros de James Joyce e David Foster Wallace, Caetano Galindo merece ser visto como escritor. Ponto”, avalia o colunista Victor Simião.
Ouça o programa aqui: Por Victor Simião
Escritor distribui livros de presente no dia das crianças
O escritor Fabiano de Abreu, estudioso da mente humana com formações em neurociência, neuropsicologia, psicanálise, filosofia e especialização em psicopedagogia, utiliza de sua sensibilidade e conhecimento do comportamento humano, para relacionar o subjetivo com a ordem prática para promover a saúde mental das pessoas, dedicou parte do seu tempo num projeto que ele chama 'Conhecimento para todos' onde escreveu 5 livros para distribuir gratuitamente pensando em como aumentar os limites cognitivos dos interessados no tema.
"Quando o vírus chegou na Europa, articulei meu pensamento, no que compreendo como óbvio, leitura e conhecimento.
Alcançar o Brasil seu país de origem, é seu maior objetivo. "O país é considerado o mais ansioso do mundo segundo a OMS, logo, é um dos mais estressados, todos os reflexos de uma pandemia afetam pessoas neste quadro potencializando e tornando-se doença. Sem contar a imunidade de pessoas estressadas que é mais afetada devido ao alto nível de cortisol para combater o estresse. Por isso dediquei parte do meu tempo a escrever. Os livros são sobre comportamentos, hábitos para uma melhor saúde mental. Sem contar que a leitura aciona a plasticidade cerebral que melhora o humor."
Abreu reforça a importância do seu quarto livro, 'Filosofia da Educação Infantil' onde os adultos poderão avaliar melhores maneiras e o motivo de uma necessidade de mudança na forma com que educamos as crianças seja na escola, pais ou adultos cuidadores em geral. Depositar toda a responsabilidade sobre a educação dos pequenos nas escolas é uma temeridade. "Com o cotidiano atribulado e o excesso de metas pelo vício da dopamina (hormônio da recompensa), na busca de conquistas contínuas, as nuances desta ansiedade afetam a racionalidade e faz prevalecer a emoção, esquecendo assim a maneira correta de criar os filhos. A escola não cria, ela educa, nós criamos. As crianças precisam dos nossos limites, como aprendizagem, saber o que é certo e errado, ouvir o "não", conquistar por merecimento o "sim", precisam de atenção, serem observados, precisam ser educados."
Educação na escola encontra-se defasada.
"A escola é uma prestadora de serviço para o conhecimento e as suas estratégias estão paradas no tempo. Estamos na era do selfie, do usuário, do perfil, a educação não pode ser mais plural, tem que ser singular. Educar o aluno de acordo com a sua personalidade e saber lidar com pessoas especiais ou com transtornos que hoje são comuns em crianças."
Controle parental
"Os pais devem interferir no conteúdo das crianças. YouTubers que passam uma mensagem errada aos filhos, fácil acesso a pornografia, ao crime, a depressão, ao vício, a conteúdos que não interessam a faixa etária e só atrapalham no desenvolvimento."
Limites na internet
"A internet está deixando as crianças menos inteligentes e está causando vício e dependência prematura de dopamina, que aciona o sistema de recompensa do cérebro. Cada conquista nos jogos, likes, comentários, interação, resposta satisfatória rápida na dinâmica internet, está criando um hábito na necessidade deste hormônio da recompensa desde cedo. Isso pode influenciar em adultos depressivos. Esta dinâmica eleva a ansiedade e a criança não se aprofunda no conteúdo adaptando-se no que é superficial e isso cria uma cultura e uma fadiga de querer entender todo o conteúdo. Temos que regular o uso da internet."
Nossos filhos são dependentes, é genético.
"Nós temos um código genético, uma memória primitiva que é conduzida desde o espermatozóide até o nascimento. O ser humano é um animal frágil, dependente, as crianças dependem desta atenção e educação paterna/materna/fraterna já determinado por este código de memória primitiva."
Adaptação ao conhecimento
"Precisamos desde cedo adaptar as crianças à leitura, à necessidade de absorção de conhecimento, estimular a curiosidade e para isso, é necessário a nossa atenção. Dedicar um pouco de cada dia é muito menos tempo do que consertar depois erros relacionados a má educação. Sem contar os transtornos que poderão causar devido a esta ausência. Um tempinho nosso agora, equivale a uma melhor paz no futuro."
Autonomia demais aos jovens
"Damos voz e liberdade demais aos jovens. O cérebro só termina sua formação aos 24 anos de idade, até lá, ainda formam-se neurônios. Os jovens não têm a mesma lógica que os adultos devido a isso e pela falta de experiência e inteligência cognitiva que advém desta experiência."
No livro, são muitas idéias e estratégias baseadas em conceitos próprios e estudos científicos. A necessidade de mudarmos a maneira com que lidamos com as crianças, é urgente, diz o autor, ou o futuro será de pessoas sós e depressivas afetando o desenvolvimento e o bem estar do país. "Se queremos melhorar um país, temos que começar pela base, pelas crianças, elas serão o futuro e o melhor presente que podemos dar a elas, é esta atenção e ação de praticar o que é correto para uma melhor educação."
Ainda este mês, Fabiano de Abreu lançará o último livro da série, 'Filosofia da Resiliência Humana', para distribuição gratuita completando o seu quinto livro escrito no confinamento.
Para receber os livros, basta enviar um direct ou mensagem no Instagram ou Facebook do autor no endereço @fabianodeabreuoficial
quinta-feira, 8 de outubro de 2020
+ Leitura - Momentos de Reflexão
Dentro de nós, a corrente da vida pulsa com uma intensidade que não pode ser detida por nada.
Mergulhando em nosso próprio espirito, podemos nos identificar com essa corrente e nos deixarmos levar por seu fluxo, em direção a um estado de paz, completude e harmonia.
Nesse estado, as tempestades exteriores não podem mais nos atingir, nenhum golpe é capaz de nos ferir e os malefícios desaparecem como por encanto.
Coronavírus resiste por 9 horas na pele (se não houver higienização correta)
Pesquisadores do Japão acabam de descobrir uma novidade sobre o coronavírus: o SARS-CoV-2 pode permanecer na superfície da pele humana por mais tempo que o vírus da gripe. De acordo com o estudo, enquanto o vírus influenza A permanece vivo na pele por cerca de duas horas, o vírus que provoca a COVID-19 pode resistir por até nove horas, o que reforça a higienização constante das mãos e braços.
A
pesquisa foi publicada no último dia 3 de outubro, sábado, na revista
científica Clinical Infectious Diseases. "O estudo mostra que o
SARS-CoV-2 pode ter um risco maior de transmissão por contato do que o
vírus influenza A por ser muito mais estável na pele humana. Essa
descoberta sustenta a hipótese de que a higiene correta das mãos é
importante para a prevenção da propagação do vírus", dizem os autores.
Ainda no início da pandemia, pesquisadores analisaram a duração do coronavírus em superfícies, mostrando que ele poderia se manter vivo em materiais de cobre por até quatro horas, 24 horas em papelão, e 72 horas em plástico e aço inoxidável. No entanto, os testes com pele humana demoraram para acontecer, pois ainda não era seguro simplesmente depositar o coronavírus na pele de alguém, sem saber muito sobre seus riscos e letalidade.
Imagem: Reprodução/ArthurHidden/Freepik Então, pesquisadores da Universidade de Medicina da prefeitura de Kyoto, no Japão, criaram um modelo de pele artificial com amostras reais de pele humana que foram obtidas por meio de autópsias, cerca de um dia após a morte. Os cientistas descobriram que, até 24 horas após o óbito, a pele continua mantendo muitas de suas funções, podendo até mesmo ser usada para enxertos — sendo assim, foi ideal para a realização dos testes sem colocar a vida de algum voluntário em risco.
Uma vez no modelo, o SARS-CoV-2 sobreviveu nessas amostras por 9,04 horas, mais do que o influenza A, que sobrevive por 1,82 hora. Ao ser misturado ao muco, que simularam as partículas virais vindas de tosse ou espirro, o coronavírus resistiu por cerca de 11 horas. A boa notícia é que, após o uso de um desinfetante com etanol a 80%, ambos os vírus foram inativados na pele em questão de 15 segundos após a aplicação.
O próximo passo da pesquisa é calcular a quantidade de partículas necessárias para provocar a infecção no organismo através do contato com a pele contaminada.
Fonte: https://canaltech.com.br Por Natalie Rosa
Jovem escritor de Itapemirim publica seu primeiro livro em aplicativo
Apaixonado desde cedo pela leitura, o jovem Diacisio Marques, 18 anos, morador do bairro Campo Acima, em Itapemirim, descobriu sua habilidade para escrever histórias de aventura e magia. Após três meses de trabalho, ele publicou em um aplicativo gratuito seu primeiro livro digital com o nome; “Entre Reis: A Origem”, que conta a saga de cinco reinos, governado por cinco lordes que eram unificados por uma aliança divina.
Diacisio Marques estudou quando criança na Escola de Afonso, interior de Itapemirim, e em sua adolescência passou pelas escolas Anacleto Jacinto Ribeiro em Campo Acima e Narciso Araújo na Vila.
Filho de Beatriz Cabral da Silva e Juscelino Marques da Silva, hoje ele cursa o 2° ano do ensino médio e espera publicar o seu novo livro em alguns meses, pois já começou a escrever o segundo volume, após receber incentivo de amigos e de pessoas que gostaram da saga, que envolve aventura e magia.
O jovem relata que quando começou a escrever o livro, teve apoio de várias pessoas, em especial da sua prima Kátia e de sua professora de filosofia Rosana Marquezine. Diacisio afirma que o apoio dos seus amigos foi fundamental e muito importante para que ele concluísse a sua obra.
“Eu comecei a escrever esse livro de um dia para o outro, posso dizer que foi um tanto complicado no começo, mais ao mesmo tempo uma experiência fantástica, meus amigos leram e gostaram. Hoje, alguns dos meus amigos também desejam começar a escrever os seus próprios livros e contarem suas experiências pessoais e histórias com a minha. Isso não tem preço”, disse Diacisio.
O jovem escritor disse que agradece a Deus e as pessoas que apoiaram e divulgaram o seu livro. Ele relata que houve momentos em que quis desistir, mas graças ao incentivo dos seus verdadeiros amigos, prosseguiu.
“Isso para mim é um grande passo, porque a partir do momento que comecei a escrever eu queria ter a chance de publicar ou ao menos fazer com que as pessoas vissem o meu livro, isso é uma realização de um sonho”, declarou.
Fonte: www.diaadiaes.com.br
Conheça a trajetória do escritor Frank Herbert, autor de “Duna”
Frank Patrick Herbert Jr. é um dos autores de ficção científica mais cultuados da modernidade. Nascido no dia 8 de outubro de 1920 na cidade de Tacoma, no estado norte-americano de Washington, Herbert cresceu em uma família pobre. O que não o impediu de prosperar: ele é autor de Duna, saga de cinco livros que trata de assuntos que vão da sobrevivência humana à interação entre religião, política e poder.
Em 2021, a obra deve ganhar uma nova adaptação para o cinema, dirigida pelo franco-canadense Denis Villeneuve (Os Suspeitos, Blade Runner 2049) e estrelada por Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Oscar Isaac e Zendaya. Até lá, vale a pena já conhecer mais sobre a vida e obra de Frank Herbert.
Carreira no jornalismo
Aos 18 anos, saiu da casa dos pais para morar com tios em Salem, no estado do Oregon, e ingressou no ensino médio. No ano seguinte, foi para o Arizona onde, depois de mentir sua idade na entrevista de emprego, passou a trabalhar no jornal Glendale Star, atuando principalmente como fotógrafo.
Com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, em 1941, Herbert serviu durante seis meses como fotógrafo em um batalhão de construção naval da Marinha na campanha do Pacífico. Foi dispensado por motivos médicos e retornou ao país.
Flerte com a literatura
Mesmo como jornalista, Herbert tentava iniciar sua carreira na literatura e vendeu seu primeiro conto para a revista Esquire em 1945. No ano seguinte, ingressou como ouvinte na Universidade de Washington, na qual conheceu Beverly Ann Stuart em uma aula de escrita criativa. Acabaram se casando e, em 1949, foram morar na Califórnia, onde viraram amigos do casal de psiquiatras Ralph e Irene Slattery. Foram eles que apresentaram a Herbert a obra de pensadores que mais tarde influenciaram sua obra, como Freud, Jung e Heidegger.
Ficção científica
Ao longo da década de 1950, Herbert conciliou sua carreira de jornalista com a de escritor. Seu primeiro conto de ficção científica, Looking for Something ("Procurando por algo", em tradução livre), foi publicado em abril de 1952. Sua primeira novela, Under Pressure ("Sob pressão", em tradução livre), foi lançada em série em uma revista e depois editada em livro.
Mas foi só a partir de 1959 que ele passou a se dedicar exclusivamente à carreira de escritor, quando sua esposa começou a trabalhar como redatora publicitária em uma loja de departamentos e passou a sustentar a família sozinha. Nos seis anos seguintes, dedicou-se principalmente à escrita de Duna.
Obra-prima
Segundo Herbert disse a Willis Everett McNelly, autor de The Dune Encyclopedia, a ideia para escrever Duna surgiu durante a apuração para um artigo de revista sobre as Dunas do Oregon, uma área recreativa próxima à cidade costeira de Florence. Ele conta que ficou tão envolvido com a pesquisa que, ao final, tinha muito mais material do que o necessário para escrever o artigo – que acabou nunca sendo escrito.
Duna demorou seis anos para ser finalizado. No meio tempo, chegou a ser publicado em duas partes numa revista de ficção científica, em 1963 e 1965. O livro completo, porém, era muito longo para o padrão do gênero e foi rejeitado por 20 editoras. Até que Herbert, em 1965, conseguiu fechar um contrato com adiantamento de US$ 7,5 mil, mais royalties, para a publicação de uma edição em capa dura com a Chilton Book Company.

Capa de edição em inglês de O Messias de Duna, de Frank Herbert (Foto: Flickr/Creative Commons)
Sucesso de crítica
Por sua temática variada e complexa, abordando filosofia, religião, política e ecologia, com muitos pontos de vista, Duna recebeu as duas maiores premiações do gênero ficção científica: o Prêmio Nebula, em 1965, e o Prêmio Hugo, em 1966.
Mesmo não obtendo grande sucesso de público inicialmente, a obra abriu a Herbert caminhos para novos trabalhos: voltou ao jornalismo como escritor num jornal de Seattle em 1969, passou a dar aulas como convidado na Universidade de Washington em 1970, trabalhou como consultor ecológico no Vietnã e no Paquistão em 1972, e foi diretor de fotografia em um programa de TV em 1973.
Adaptação para o cinema
Os frutos de sua obra literária só começaram a vir na década de 1970, quando Duna se tornou um sucesso cult. A essa altura, ele já havia publicado o segundo volume, O Messias de Duna, e se dedicava aos outros quatro livros da série.

Em 1975, houve uma primeira tentativa – fracassada – de filmar Duna, pelo chileno-francês Alejandro Jodorowsky. A façanha só foi realizada 10 anos depois, por David Lynch (Twin Peaks). A primeira adaptação foi um fracasso de bilheteria e bombardeada pela crítica, embora hoje tenha um status cult entre alguns fãs.
Fim de vida
Herbert continuou a trabalhar com literatura até sua morte. Em 1985, publicou o volume final da série, As Herdeiras de Duna. No ano seguinte, faleceu no dia 11 de fevereiro, vítima de complicações após uma cirurgia de remoção de câncer pancreático, aos 65 anos, em Madison, no estado de Wisconsin.
Fonte: https://revistagalileu.globo.com Por MARILIA MARASCIULO
Frank Herbert, autor de Duna, considerada obra-prima da ficção científica (Foto: Uli Kaiser/Wikimedia Commons)
terça-feira, 6 de outubro de 2020
+ Leitura - Moby Dick
Na cidade de New Bedford, em Massachusetts, o marinheiro Ismael conhece o arpoador Queequeg e, juntos, partem para a ilha de Nantucket em busca de trabalho no mercado de caça às baleias.
Setembro amarelo acabou, e a falsa preocupação com o amigo também
Uma vez, fiz um teste no Facebook, de 5000 "amigos" só três pessoas perguntaram como eu estava. bem hoje tenho 1096 amigos e pretendo abaixar esse numero
Imagem: Labirinto
Apanhei e não morri…
Não morreu, mas acha natural a violência e enxerga nela uma forma de educar.
Não morreu,
mas enfrenta problemas no relacionamento com os pais!
Não consegue dizer “eu te amo” olhando nos olhos,
E essa frieza dói tanto que respinga na relação com seus filhos!
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Não morreu,
mas precisa curar sua infância na terapia
E sente que seria mais amoroso se tivesse recebido amor em vez de tapas
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Não morreu,
mas se tornou uma pessoa violenta e explosiva com seu companheiro e filhos.
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Não morreu,
mas acha natural a violência e enxerga nela uma forma de educar.
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Não morreu,
Mas até hoje não sabe o que fazer com sentimentos como a raiva ou a tristeza.
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Não morreu,
Mas é inseguro, não acredita em si mesmo e não consegue se aceitar do jeito que é.
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Toda criança merece uma infância que não precise ser curada mais tarde.
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Não basta não morrer.
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Ninguém veio ao mundo só para ser um sobrevivente.
Uma criança que apanha não deixa de amar aos pais, deixa de amar a si mesma.
FONTE: Página Winnicott no Facebook
Fonte: Adoção Brasil
domingo, 4 de outubro de 2020
+ Leitura - Éramos Seis
A vida de Dona Lola é narrada desde a infância das crianças, quando Júlio trabalha para pagar as prestações da casa onde moram, na avenida Angélica, em São Paulo, nas proximidades do parque Buenos Aires, no local onde mais tarde se ergueu o Edifício São Clemente, passando pela chegada dos filhos à fase adulta e de Dona Lola à velhice.
Conforme os anos passam, vão se modificando as coisas na vida de Dona Lola, com a morte de Júlio; o sumiço de Alfredo pelo mundo; a união de Isabel com Felício, um homem desquitado; a ascensão de Julinho, que se casa com uma moça de família da nata da sociedade carioca.
O título do romance vem da situação de Dona Lola ao fim da vida, sozinha numa casa de repouso confortável, dirigida pelas "Irmãs Esperança", na rua da Consolação, em São Paulo, próxima ao Centro, o que lhe permite frequentar o Teatro Municipal e os cinemas. Eram seis, sua vida mudou e agora só resta ela. Também são expostos no livro outras personagens, como os familiares de Lola: na cidade de Itapetininga, interior paulista, moram a mãe, Dona Maria; a tia Candoca; as irmãs Clotilde, solteira, e Olga, casada com Zeca, seu cunhado; na cidade, vive a rica tia Emília, irmã de seu pai; e a filha de tia Emília, Justina.
Fonte: http://pt.wikipedia.org
'Livros são o remédio que cura ignorância', diz fenômeno nas redes

Para Adriel Oliveira, 12 anos, de Salvador, na Bahia, "livros são o remédio que cura a ignorância". Com o objetivo de incentivar a leitura, o menino criou o projeto "Livros do Drii", um perfil no Instagram para compartilhar resenhas literárias e indicar títulos. Hoje, ele ultrapassa a marca de 700 mil seguidores.
"A ideia surgiu quando eu tinha 9 anos, por incentivo de uma prima. Ela gosta muito de ler e tem um perfil no Instagram em que compartilha resenhas de livros. Quando soube, fiquei tentado a fazer o mesmo", conta.
O gosto pela leitura, no entanto, surgiu bem antes disso. Quando Adriel tinha 5 anos, sua mãe o inscreveu em um concurso para conseguir uma bolsa em um colégio particular, onde estuda até hoje. "Na época, eu não sabia nem ler nem escrever, mas como sabia que não poderia perder essa oportunidade, me dediquei ao máximo e aprendi. Desde então, sou apaixonado por livros."
Apesar de "ler de tudo", segundo ele, seu gênero literário favorito é ficção. A clássica obra O Pequeno Príncipe, do autor francês Antoine de Saint-Exupéry, ocupa um lugar especial em seu coração.
"Gosto muito desse livro por conta do ensinamento que ele traz. Ele passa a mensagem de que as crianças não devem querer crescer tão rapidamente, porque uma vez que se torna adulto, não há como voltar atrás e recuperar o tempo perdido", afirma.
Adriel também já leu Pequeno Manual Antirracista, da escritora e filósofa brasileira Djamila Ribeiro. Para ele, conscientizar a sociedade sobre a importância do combate ao racismo é fundamental.
Em 27 junho deste ano, o garoto foi surpreendido com uma mensagem de cunho racista que recebeu pelo Instagram. O agressor, que não teve sua identidade revelada, disse, entre outras coisas, que "preto não deveria estar lendo". Adriel fez questão de expor o ocorrido e respondeu à altura.
"Aprende a escrever, cara. Isso não é um insulto, e sim um conselho. Em pleno século 21, as pessoas ainda são racistas? Atualizem-se. Esse tipo de coisa não me abala. Aliás, tenho orgulho de ser negro", escreveu. A resposta viralizou e o levou a ganhar milhares de seguidores.
Para ele, obras como Pequeno Manual Antirracista deveriam ser lidas por todas as pessoas. "Em uma linguagem simples, que todos podem entender, a autora discorre sobre como os negros não ocupam os espaços de poder, e como a sociedade deveria perceber isso para que haja uma mudança nesse sentido."
Por esses e outros tantos motivos, Adriel reforça seu lema de vida. "Livros são o remédio que cura a ignorância. A partir deles, se adquire conhecimento, cultura e tudo que há de bom. Meu conselho para as pessoas é: leiam. Apenas leiam."
"Também nunca parem de sonhar. Não deem ouvidos a pessoas que dizem que você não vai conseguir conquistar seus sonhos ou que você sonha alto demais. Me diziam isso o tempo todo e hoje estou aqui, com milhares de seguidores e mudando de vida", completa.
https://noticias.r7.com Por Sofia Pilagallo, do R7*
*Estagiária do R7 sob supervisão de Karla Dunder
5 aplicativos essenciais para apaixonados por livros
Com os avanços da tecnologia, a maneira na qual as pessoas consomem livros foi se adaptando a novos meios. Hoje em dia com um Kindle, por exemplo, você pode ter acesso a um vasto catálogo de livros digitais. Através de aplicativos você também pode encontrar Audiobooks com facilidade em seu celular. Mas ainda assim, a experiência com um livro físico continua a ser única a sua própria maneira.
Mas você sabia que existem aplicativos que foram desenvolvidos para aprimorar sua experiência com livros? Foi pensando em você que a equipe do Canaltech desenvolveu uma coletânea com os melhores aplicativos para amantes de livros. Confira a seguir em nossa matéria.
Melhores apps para apaixonados por livros
Esse aplicativo funciona como uma ferramenta para organizar leituras e manter seus livros em dia. Entre os recursos do Cabeceira (Android | iOS), você pode usar a calculadora literária para descobrir quanto tempo será necessário para terminar uma obra, essa função tem como base seu ritmo de leitura.
Você também poderá receber recomendações baseadas em seu perfil. Sendo assim, esse aplicativo é ideal tanto para quem já tem o hábito da leitura quanto para aqueles que desejam desenvolvê-lo.
2. Bookly
Já a proposta do Bookly (Android | iOS) é mais voltada para quem deseja criar uma rotina de leitura ao longo das semanas. Assim, você pode fazer um acompanhamento de como tem sido seu desempenho
Também é possível definir metas na plataforma, para exercitar seu ritmo de leitura diário. Então, basta selecionar seu livro e o aplicativo irá demonstrar através de números e gráficos como tem sido seu progresso. O aplicativo, é uma ótima opção para quem procura uma rotina de leitura mais eficiente e organizada.
Está lendo alguma matéria ou resenha online? Com o Pocket (Android | iOS) você pode salvar links de sites e matérias para ler mais tarde. A plataforma de leitura e gerenciamento de artigos da internet, inicialmente foi desenvolvida para funcionar apenas em navegadores, e era conhecido como "Read it latter".
Entretanto, sua popularidade e eficiência demonstraram aos desenvolvedores como a proposta poderia funcionar em celulares. Além disso, o Pocket também possui suporte para descrição de áudio dos sites e artigos guardados na plataforma.
Sendo assim, que tal aproveitar o tempo gasto lavando louça ou parado no trânsito para ouvir seus livros favoritos.
O Wattpad é um aplicativo perfeito para leitores e escritores compartilharem histórias, através do aplicativo você pode até mesmo publicar livros inteiros. Além disso, a plataforma tem uma proposta interessante para autores que estão desenvolvendo novos projetos. O Wattpad está disponível em sua versão Web e também para dispositivos (Android | iOS).
Os 10 livros mais vendidos de todos os tempos
Para chegar aos resultados, foram consultados artigos, entidades editoriais, empresas de pesquisa de mercado e publicações profissionais. Livros sobre religião, política, educação e curiosidade, como “A Bíblia”, “Iluminatti: A Sociedade Secreta”, “Alcorão”, “Dicionário Xinhua Zidian”, “Sun Tzu Art of War” e “Guinness Records” não são contabilizados, apenas Livros literários.
Então, vamos a lista dos livros mais vendidos de todos os tempos.
10 – E Não Sobrou Nenhum (1939), de Agatha Christie

É o maior clássico moderno das histórias de mistério. Estima-se que tenha vendido entre 90 e 120 milhões de cópias.
9 – Alice no País das Maravilhas (1965), de Lewis Carroll

Uma das obras mais célebres do gênero literário nonsense, o livro conta a história de uma menina chamada Alice, que é despertada do sono por um coelho e resolve segui-lo, caindo em uma toca que a transporta para um lugar fantástico, chamado “País das Maravilhas”. Estima-se que o livro tenha vendido mais de 100 milhões de cópias desde o seu lançamento.
8 – Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997), de J.K. Rowling

É o primeiro volume da série Harry Potter, da britânica J. K. Rowling. Estima-se que tenha vendido entre 110 e 130 milhões de cópias.
7 – Cinquenta Tons de Cinza (2011), de E. L. James

É um romance erótico da autora inglesa Erika Leonard James. A história se passa em Seattle com ricos detalhes de bondage, sadismo e masoquismo. Estima-se que tenha vendido entre 120 e 130 milhões de cópias.
6 – O Alquimista (1988), de Paulo Coelho

O livro brasileiro mais vendido no mundo, “O Alquimista” acompanha um pastor andaluz chamado Santiago. Estima-se que “O Alquimista” tenha vendido mais de 150 milhões de cópias.
5 – O Senhor dos Anéis (1954-1955), J. R. R. Tolkien

Essa é uma das mais famosas obras de ficção científica, publicada originalmente em três volumes: “A Sociedade do Anel”, “As Duas Torres” e o “Retorno do Rei”. Estima-se que tenha vendido entre 150 e 170 milhões de cópias.
4 – O Pequeno Príncipe (1943), de Antoine de Saint-Exupéry

Publicado em 1943, “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, é uma das obras mais traduzidas da literatura mundial. Estima-se que a obra tenha vendido entre 150 e 180 milhões de cópias.
3 – Um Conto de Duas Cidades (1959), de Charles Dickens

Publicado em 1859, o livro é um romance histórico que trata de temas como culpa, vergonha e retribuição. Estima-se que tenha vendido entre 180 e 250 milhões de cópias em todo o mundo.
2 – O Conde de Monte Cristo (1844), Alexandre Dumas

O livro narra a história de Edmond Dantés, um marinheiro que é preso injustamente, vítima de um complô. Estima-se que o livro tenha vendido entre 200 e 250 milhões de cópias.
1 – Dom Quixote (1605), Miguel de Cervantes

Publicado em Madrid em 1605, “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, é composto de 126 capítulos, divididos em duas partes. É considerado o expoente máximo da literatura espanhola e estima-se que tenha vendido entre 400 e 500 milhões de cópias.
Fonte: https://diariodoestadogo.com.br Por Murilo Mendes Felipe






















